9.5.11

Uma pausa para amar e ser feliz


ELE:

Pra que tanta pressa?

Aonde você quer chegar?

Relaxa. Senta aqui, vamos conversar.

Como foi seu dia hoje?

Dormiu bem a noite que passou?

Que tal não dormir a próxima?

Está livre logo mais?

Amanhã é feriado, não precisa se importar com o horário.

Tá afim? Então diz que sim.

Aceite o convite que a vida lhe faz.

Prometo que ela pode oferecer muito mais.

Jantar a luz de velas, reviver velhos tempos juvenis...

E um pouco mais tarde, uma pausa para amar e ser feliz.



ELA:

 
Uma pausa, era disso mesmo que eu estava precisando.

Uma pausa nesse filme rotineiro. Tô me arrumando.

Acho que vou aceitar a proposta nada indecente.

Essa noite eu quero mais é aproveitar o clima quente.

E assim que eu acordar, quero café na cama, antes mesmo de tirar o pijama.

À tarde, quero sessão de cinema e pipoca à vontade.

Esquecer tudo por alguns instantes, me imaginar num lugar bem distante.

Distante de toda essa correria do dia-a-dia.

Distante de mandamentos e doutrinas.

Amanhã eu quero estar assim.

Mais perto de você, mais distante de mim.



(Por Monique Frebell)

3.5.11

Me chame


Apenas me chame,

não importa por qual nome,

me chame...

Me chame agora, hoje, de madrugada,

quando seu coração estiver sentindo o frio do vazio,

me chame.

Me chame para ser seu par nessa dança,

me chame para escutar seu canto,

me chame para ver as estrelas,

para sentir o calor de seu corpo....

me chame.

Me chame quando seus olhos molharem seu rosto,

quando seus ombros estiverem pesados,

quando sua mente se sentir cansada,

quando o sol da manhã não iluminar seus sonhos....

me chame.

Me chame quando seu sorriso tomar conta de sua alma,

me chame para partilhar um beijo,

me chame para dar-me suas mãos e segurar as minhas,

me chame.

Me chame a qualquer hora e, de preferência,

me chame sussurrando em meu ouvido,

me chamando de querido, de amado

e querendo que eu esteja sempre

com um largo sorriso ao seu lado. ..
 
 
(Por Henrique Eboli)

28.4.11



 "Gostar de um filme não é questão de inteligencia
 e sim de compreensão, de sensibilidade e memória"

14.4.11



Muitos beijos no dia do beijo...




7.4.11



"Tenho muita sorte


'de repente, não mais que de repente', cheguei à conclusão de que sou um Homem de sorte, pois o destino me brindou com a dádiva de encontrar você em meu caminho.

Enquanto muitas pessoas elevam preces pedindo riqueza e prosperidade, o meu único pedido é que você nunca se afaste de mim, pois a sua companhia me é fundamental e mais valiosa do que qualquer outro bem que possa existir.

Preciso de você ao meu lado, pois a sua presença me traz alegria e confiança. Assim, alegre e confiante, sinto-me mais forte e saudável para enfrentar a vida e enfrentar o mundo. Sinto-me mais capaz de cuidar de você, oferecendo-lhe sempre o meu peito amigo e amoroso, oferecendo-lhe sempre o meu amor, o meu carinho e a minha compreensão.

Para mim, ter reencontrado você assim, meio por acaso, foi como achar um tesouro sem mapa. Agradeço a Deus, todos os dias, pela oportunidade que Ele me ofereceu de ser feliz. Só desejo que esta felicidade seja duradoura e não apenas "infinita enquanto dure".


Beijo grande,

O Cara que te ama há muito tempo,
sempre se lembre que sou muito feliz por isso
e que realmente compensou ter esperado tanto
 para ter você.


Obrigado coração.....bjs"

 

6.4.11



AMOR

GERA

AMOR

"Nós não precisamos de muita coisa,

só precisamos um do outro."





"O essencial faz a vida valer a pena.

E para mim, basta o essencial. "


1.4.11

DESPEDIDA



Existem duas dores de amor:

A primeira é quando a relação termina e a gente,

seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,

com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,

já que ainda estamos tão embrulhados na dor

que não conseguimos ver luz no fim do túnel.



A segunda dor é quando começamos a ver a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,

a dor de virar desimportante para o ser amado.

Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:

a dor de abandonar o amar o amor que sentíamos daquele momento.

A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,

sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…



Na verdade, ficamos apegados ao AMAR e não à pessoa que se amou.

Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.

É que, sem se darem conta, não querem se desprender de AMAR e não da pessoa.

Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um lembrança boa,

lembrança de uma época bonita que foi vivida…

Passou a ser um bem de valor inestimável, AMAR é uma sensação à qual

a gente se apega. Faz parte de nós.

Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,

mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,

que de certa maneira entranhou-se na gente,

e que só com muito esforço é possível abandonar.



É uma dor menos dolorosa, quase imperceptível.

Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’

propriamente dita. É uma dor que nos confunde.

Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos

deixou já não nos interessa mais, mas interessa o AMAR que sentíamos por

ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos fazia bem,

que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.



Despedir-se do AMOR naquele momento é despedir-se de si mesmo.

É o arremate de uma história que terminou,

externamente, sem nossa concordância,

mas que precisa também sair de dentro da gente…

Esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,

criar espaço para um novo sentimento por outra pessoa.

E só então a gente poderá AMAR de novo.


 
(Texto adaptado - Martha Medeiros)


30.3.11



"Com o tempo a gente aprende

que não são apenas as juras e promessas de amor

o ingrediente suficiente pra se viver bem,

é necessário morrer de amor e ressurgir a cada dia..."

29.3.11







“É complicado, atordoante, te vira completamente do avesso,
mas encontrar a pessoa que te completa é a melhor sensação que alguém pode ter.
É como se fosse um encontro consigo próprio, e como tal, é claro,
amedronta, faz você repensar toda sua vida,
e você descobre que não era nada antes de conhecer o verdadeiro amor,
e que, depois dele, você já era, está aniquilado se não tiver mais, mesmo que por um dia,
sua alma especial ao seu lado.”

 
(Por Alexandre Dumas - Os Três Mosqueteiros)


Ansiedade

26.3.11

O valioso tempo dos maduros

"Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana, que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade... Só há que caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.
O essencial faz a vida valer a pena. E para mim, basta o essencial. "

"Nós não precisamos de muita coisa, só precisamos uns dos outros."



(Por Mario de Andrade)

24.3.11

O momento


Qual linha tenue separa o conceito real de recomeço e abandono?
Hoje ao acordar, senti uma dor forte no peito que explica bem esse dilema: saudade!
Sempre sentimos saudades, especialmente do que não foi; ao mesmo tempo em que sentimos aquele animo descomunal pelo novo, pelo recomeço, por viver - pois viver não é apenas estar vivo, mas sentir que em 10 anos vivemos vinte e não o contrário.
Essa dor prazerosa, vem com os desejos pelo o que há de vir, pela saudade das coisas boas vividas, pelas pessoas que passaram por nossas vidas e pelas dores, pelos erros cometidos; afinal, sem isso, não seria possivel sermos quem somos, ou melhor, ver e sentir o que tudo representa para nós.
Então, constantemente, me pergunto:
Então qual minha maior dor e maior alegria neste momento?
Eu responderia que, apesar de que sei o que cada uma faz a mim, correspondem ao mesmo sentimento exposto em uma música de Skank:

HOJE ACORDEI SEM LEMBRAR SE VIVI OU SE SONHEI...

Portanto, VIVO NESSE LUGAR QUE EU AINDA NÃO DEIXEI...

O MOMENTO!

O momento é a única realidade entre o abandono e o recomeço...o resto é ilusão!


(Por Elci)

23.3.11

Ser feliz ou ter razão?

Oito da noite numa avenida movimentada.

O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo, assim como o caminho que ela conferiu no mapa antes de sair.

Ele dirige o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Ele tem a certeza de que é à direita.

Discutem.

Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mau humorados, ela deixa que ele decida.

Ele vira à direita e percebe que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.

Mas ele ainda quer saber:
- Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais.

E ela diz:
- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.
Estávamos à beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite.


 
MORAL DA HISTÓRIA: Esta pequena história foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: “Quero ser feliz ou ter razão?”

2.3.11


"O destino de cada um é a própria felicidade,
é o programa com o qual Deus o individualizou"


(ZÍBIA GASPARETTO)



18.2.11

O SOM DO CORAÇÃO (filme)





"This Time" 
 
( Jonathan Rhys Meyers )


17.2.11

A liberdade

"Somos livres quando amamos a Vida. Amamos os outros,sem expectativas, sem vir-a-ser. Somos livres quando dizemos o que queremos, sem nada querer, somos livres... A liberdade são todas as possibilidades latentes, virtuais, da Vida-sendo. Se existisse uma metáfora capaz de (re)velar o que penso sobre a liberdade, não saberia como. Mas, o rio(!). Ah! O rio. O rio corre, as águas do rio (que não são do rio) correm... mas, sem correr, correndo. Ah!As pedras do rio, que não são do rio, são o que são: pedras... Os peixes do rio, que não são do... Somos livres como o rio quando queremos e deixamos correr, tranqüilo, sereno, às vezes,furioso, fervoroso, o outro. Aliás, melhor seria dizer, os outros (os outros dos outros e os outros de nós mesmos)... Deixamos, por amar. Por amar ser livre, ser o outro, sendo... Liberdade: direito pleno do Ser-vida. Liberdade, com asas, sem asas, sendo: celebração do acontecimento-aí, presente, instante: amor planejado, sem sê-lo, paradoxalmente, a espera, sem espera, do néon. Somos livres. Livres porque somos os outros, sendo nós mesmos. Somos livres. Porque somos o próprio paradoxo do-sim-do-não. Quão tolos somos quando não vivemos, no aqui-e-agora, no instante da vida-sendo; quando não acolhemos o que-é por medo do desconhecido, do vazio, do silêncio (que, muitas vezes, é muito barulhento)... Quão tolos somos quando repetimos, repetimos e repetimos sem arte, sem pulsar, sem abertura para o inesperado, o impresivível, o fora do script... Quão tolos somos quando imaginamos ser mais do que o outro... Livres. Somos? Podemos dizer/ouvir o que precisamos, sem nada saber, às vezes, sem ao menos querer...? Somos? O que somos mesmo? O que queremos? Sei o que precisamos: viver. Hoje, mais do que nunca, preservar a vida. Estamos morrendo... vamos morrer... estamos matando a humanidade em nós... estamos matando as possibilidades... Éh! Somos livres?"


(Por Jilvania Lima)